Onde o investimento encontra a inovação e vira resultado

O futuro da tecnologia não acontece por acaso, descubra como os Programas Prioritários de Interesse Nacional (PPIs) coordenados pela Softex conectam empresas, instituições científicas e tecnológicas (ICTs), governo e ecossistemas regionais para transformar investimento em formação de talentos, desenvolvimento tecnológico e impacto socioeconômico sustentável.

Qual é o seu perfil no ecossistema de inovação? Queremos ajudar você a encontrar seu papel e gerar impacto real.

SOBRE O PPI

O que é o PPI e qual o papel da Softex?

Os Programas Prioritários de Interesse Nacional (PPIs) são instrumentos governamentais estratégicos que direcionam investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), promovem a formação de talentos e fortalecem a autonomia tecnológica do Brasil.

Desde 1996, a Softex atua na implementação dessas iniciativas. Hoje é responsável pela coordenação do PPI Softex e do PNM Design e atua na concepção e execução de estratégias que impulsionam a inovação, a qualificação profissional e o fortalecimento do ecossistema brasileiro de tecnologia — conectando governo, academia e sociedade para transformar diretrizes estratégicas em projetos de impacto real.

Atua sobre as áreas prioritárias do CAT inovação em software, serviços digitais e tecnologias emergentes ligadas às TICs, com especial destaque para soluções de inteligência artificial e interações com outras tecnologias.

Atua na área de microeletrônica, semicondutores e soberania tecnológica com foco no desenvolvimento de ações para o estabelecimento de um ciclo contínuo de capacitação e implantação, desenvolvimento e consolidação do conhecimento no país.

Nossos resultados

Fruto do compromisso da Softex com a excelência na execução, a responsabilidade pública e a geração de impacto sustentável, os resultados consolidados demonstram a escala e a efetividade dos Programas Prioritários:

Mais de 124 mil pessoas capacitadas em projetos de PD&I

Dezenas de milhares de bolsas concedidas, formando profissionais em áreas estratégicas

Centenas de publicações técnicas e científicas, fortalecendo a base de conhecimento nacional

Milhares de profissionais inseridos no mercado, impulsionando empregabilidade qualificada

COMO FUNCIONA

Veja como empresas beneficiárias, executoras, Softex, Facti e MCTI atuam juntos no ecossistema dos PPIs

1

Start

Prospecção do portfólio de projetos PPI

2

Indústria

Aporte no programa (Softex ou PMN Design)

3

Executora

Credenciamento e apresentação de propostas

4

Softex

Submissão do projeto ao MCTI

5

MCTI & Softex

Celebração do Termo de Cooperação

6

MCTI & Facti

Repasse de recursos para a coordenadora

7

Softex & Executora

Celebração do Termo de Parceria

8

Softex

Repasse de recursos para a executora

9

Executora

Execução do projeto

PARA QUEM

Quem pode participar do PPI e quais são os benefícios?

Empresas e Investidores

Aproveite incentivos fiscais para investir em projetos de P&D que aceleram a inovação, aumentam a competitividade do Brasil e impulsionam o crescimento da sua empresa com soluções tecnológicas de impacto.

Executoras

Tenha acesso a recursos estratégicos para pesquisa aplicada, amplie sua atuação em projetos de PD&I de alto impacto e fortaleça seu posicionamento como executora qualificada em iniciativas alinhadas às prioridades tecnológicas do país.

Sociedade

Os investimentos em P&D resultam em novos produtos, serviços e tecnologias que melhoram a qualidade de vida, geram empregos, promovem avanços em saúde, educação e sustentabilidade e transformam positivamente o dia a dia de milhões de brasileiros.

NOSSOS EIXOS DE ATUAÇÃO

Do desenvolvimento de tecnologias à formação de talentos

  • Tecnologias Avançadas e Inteligentes

    • Inteligência Artificial (IA)
      • Linguagem Natural
      • Visão Computacional
      • Sistemas Especialistas e Aquisição de Conhecimento
    • Robótica
    • Blockchain
    • Interações com Outras Tecnologias

  • Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Aplicada

    • Pesquisa Aplicada
    • Desenvolvimento Experimental
    • P&D em materiais semicondutores e microeletrônica

  • Formação e Fortalecimento do Ecossistema

    • Capacitação e aperfeiçoamento de pessoal
    • Inovação em empresas nascentes de TICs (startups) voltadas para hardware

LEI DE INFORMÁTICA

A base legal que impulsiona a inovação no Brasil

A Lei de Informática concede incentivos fiscais para empresas que fabricam produtos de informática e telecomunicações no Brasil e cumprem o Processo Produtivo Básico (PPB). Para empresas que não possuem projetos próprios de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), os Programas Prioritários de Interesse Nacional (PPIs) são uma alternativa segura para atender à legislação e, ao mesmo tempo, impulsionar a inovação no país.

CASES E APLICAÇÕES PRÁTICAS

Inovação em Ação
Tecnologia que gera resultados

DEPOIMENTOS

Empresas, executoras e representantes da sociedade compartilham suas experiências com os Programas Prioritários de Interesse Nacional

Residente do Restic 10
No projeto Residência em TIC 10, adorei o processo de aprendizagem que me permitiu desenvolver tanto soft skills quanto hard skills. Com o suporte da equipe de mentores, obtive resultados[...] Continuar leitura
Ana Paula Araújo
CI Digital
A implementação do Programa CI Digital representa um avanço significativo para o estado do Maranhão e para a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), que oferecerá seu primeiro curso nesse formato.[...] Continuar leitura
Antonio Fernando Lavareda Jacob Junior
Formado no Programa de Residência em Programação de TIC
A experiência me transformou, não apenas tecnicamente, aprimorando minhas habilidades em raciocínio lógico, JavaScript, NodeJs, Git e banco de dados, mas também pessoalmente. As soft-skills que desenvolvi, como trabalho em[...] Continuar leitura
Carlos Baptista
CI Digital
A microeletrônica tem crescido de forma significativa no mundo, com uma taxa média de 16% nas últimas décadas, enquanto a economia geral cresceu apenas 4%. Esta realidade se estabelece pelo[...] Continuar leitura
Carlos Nazareth Motta Marins
Professora da Universidade Federal de Santa Catarina, trabalha no Laboratório de Sistemas Embarcados e pesquisadora do setor de microeletrônica.
Embora seja uma área multidisciplinar, repleta de oportunidades tanto na academia como no setor industrial, a microeletrônica ainda sofre com a desigualdade de gênero. Infelizmente, a inserção feminina na microeletrônica[...] Continuar leitura
Cristina Meinhardt
Formado no Programa de Residência em Programação de TIC
A experiência me transformou, não apenas tecnicamente, aprimorando minhas habilidades em raciocínio lógico, JavaScript, NodeJs, Git e banco de dados, mas também pessoalmente. As soft-skills que desenvolvi, como trabalho em[...] Continuar leitura
Daniel Cardeal
PhD em Ciência da Computação pela Eberhard Karls Universität Tübingen e uma das mais respeitadas profissionais do setor de semicondutores no país
A área de microeletrônica e semicondutores me trouxe muitas oportunidades. Eu morei fora do Brasil, fui diretora de empresas. A falta de mão de obra nesse setor é imensa, com[...] Continuar leitura
Edelweiss Ritt
Residente do Restic 10
O Projeto Residência em TIC 10 foi um marco significativo em minha vida.Ao final do ensino médio, me sentia sem perspectivas no mercado. Porém, em 2023, ao concluir os cursos[...] Continuar leitura
Francisco Cauã Victor
CI Digital
Este projeto nasce da ideação ao percebermos a importância, relevância e necessidade de o Inatel se posicionar em iniciativas e ações na área de microeletrônica, um tema estratégico e de[...] Continuar leitura
Gleyson Alves dos Santos

A área de microeletrônica é estratégica para o desenvolvimento do Brasil. Trata-se de conhecimento fundamental para a evolução da tecnologia da informação e comunicação. Ter o Inatel atuando no programa[...] Continuar leitura
Guilherme Augusto Barucke Marcondes
Residente do Restic 12
Me chamo Daniel Cardeal, tenho 20 anos, atualmente sou graduando em Sistemas e Mídias Digitais, e a residência tem sido fundamental e impactante para o meu desenvolvimento pessoal e profissional.[...] Continuar leitura
Lara dos Lopes
Professora da UEM, presidente da SBMicro, fundadora e líder do Ecossistema Manna e primeira mulher honorária em Microeletrônica em mais de 50 anos da área no Brasil.
O setor de microeletrônica deve experimentar um crescimento de 13% em 2024. São muitas as oportunidades em um segmento estratégico, mas extremamente carente de profissionais especializados. Mulheres, abracem uma carreira[...] Continuar leitura
Prof. Dra. Linnyer Beatrys Ruiz Aylon
Ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação e Engenheira Eletricista, graduada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Incentivar a presença de mais mulheres em um setor estratégico e carente de talentos como o de microeletrônica é fundamental para promover o desenvolvimento econômico, a inovação, inspirar as jovens[...] Continuar leitura
Luciana Santos
Gerente de engenharia de aplicação na Cadence
No meu último ano de faculdade eu decidi mudar completamente de carreira na área de engenharia e entrei para a indústria de semicondutores ou microeletrônica. Foi a melhor decisão que[...] Continuar leitura
Luiza Pena
EmbarcaTech
Desde que entrei, aprendi muito sobre sistemas embarcados e venho ampliando ainda mais meu conhecimento na área da tecnologia. Além disso, eu tenho agregado muito nos projetos em que estou[...] Continuar leitura
CI Digital
Estamos vivendo em um momento em que acaba sendo muito difícil pensarmos em equipamentos ou produtos que não sejam controlados ou monitorados digitalmente. Automóveis, máquinas agrícolas, eletrodomésticos e outros já[...] Continuar leitura
Tales Cleber Pimenta
CI Digital
Atuo há 16 anos na área de pesquisa e desenvolvimento em microeletrônica e posso afirmar que é uma das áreas mais desafiadoras da engenharia. Estou sempre tendo a oportunidade de[...] Continuar leitura
Tiago Cardoso Barbosa
Engenheira de verificação formal
Eu trabalho há 15 anos na área de microeletrônica e queria incentivar mulheres interessadas nesse segmento a se inscreverem no programa CI Inovador. A carreira de microeletrônica é muito diversa,[...] Continuar leitura
Yumi Monma

Empresas Investidoras

ICTs Executoras

8

Execução do projeto

A execução do projeto deve se dar após a assinatura do Acordo de Parceria.

O projeto deve ser iniciado pela Executora, seguindo o cronograma de execução do PU.

A Executora realiza periodicamente a prestação de contas técnica e financeira para recebimento das parcelas, conforme o cronograma de desembolso.

A Softex presta contas ao MCTI respondendo sobre a execução do projeto até o encerramento.

7

Repasse de recursos para a executora

A Executora envia o recibo referente a primeira parcela dos recursos financeiros do projeto.

A Softex realiza o repasse dos recursos para a Executora conforme previsto no cronograma financeiro constante no PU e no Acordo de Parceria assinados.

6

Celebração do Termo de Parceria

A Softex envia à Executora o documento do Termo de Parceria com a Executora ou Termo de Parceria com a Executora e Intervenitente, aprovado previamente, para assinatura eletrônica.

A Softex realiza o agendamento para reunião de kick-off do projeto, apresentando à Executora as orientações para realização das prestações de contas técnica e financeira durante o período de execução do projeto.

5

Repasse dos recursos para a coordenadora

O MCTI autoriza a liberação dos recursos para a executora.

A Facti realiza o repasse dos recursos para a Softex.

4

Celebração do Termo de Cooperação Técnica

Com a aprovação do PU, a Softex assina o Termo de Cooperação Técnica com o MCTI.

O MCTI realiza a publicação do extrato do ACT no Diário Oficial da União (D.O.U.).

Após a publicação do extrato do Termo de Cooperação Técnica no D.O.U, a Executora envia a versão final do PU com a complementação das informações bancárias e período de execução de acordo com o Termo.

3

Submissão do projeto ao MCTI

A Softex analisa as propostas recebidas, verificando a pertinência e adequação do projeto de acordo com as políticas do MCTI e com o Termo de Referência do Programa Prioritário.

A Softex submete a proposta do projeto para análise do MCTI.

Para submissão ao MCTI, deve-se considerar a Declaração de Aporte de Recurso nas circunstâncias previstas na Portaria MCTI nº 9.269, 23 de julho de 2025.

Após a submissão, o projeto é analisado sequencialmente pela Facti, pelo GT-PPI (MCTI) e pela Conjur (MCTI).

Nessa etapa, mais informações sobre o projeto podem ser solicitadas à Executora para aprovação do projeto.

A Softex envia à Executora a versão final do PU para posterior complementação.

A Softex envia à Executora a Minuta do Acordo de Parceria para análise prévia.

A Executora deve aprovar a Minuta do Acordo de Parceria para formalização do projeto com a Softex após a publicação do extrato do ACT no D.O.U.

2

Credenciamento e apresentação de propostas

A Executora deve apresentar o projeto para Softex numa sessão de 30 minutos para serem encaminhadas as orientações para proposta do projeto. A agenda deve ser solicitada pelo endereço [email protected].

A Executora elabora o projeto conforme o modelo de Plano de Utilização (PU), seguindo as orientações do documento.

A Executora deve verificar se há recursos suficientes captados para a execução do projeto e comprovar montante utilizando o modelo de PPI – Declaração de Aporte de Recurso.

  • A captação dos recursos pela entidade executora não garante a aprovação do projeto. O Projeto é aprovado pelo MCTI nos termos da Portaria MCTI nº 9.269, 23 de julho de 2025, podendo o MCTI destinar os recursos a outros projetos.


A Executora submete a proposta do projeto por meio do canal PPI – Proposta de projeto.

1

Aporte no Programa Prioritário

Orientações de preenchimento do formulário de aporte

Orientações de preenchimento do formulário de aporte

A primeira etapa para sua empresa investir em PD&I por meio da Lei 8.248/91, Lei das TICs, é realizar o aporte em um dos programas prioritários coordenados pela Softex no Sistema de Gestão PPI | Emissão de boletos da Facti – Fundação de Apoio à Capacitação em Tecnologia da Informação.

Segue um passo a passo com as orientações de como preencher o formulário para o aporte na Facti.

  1. “Informe o CNPJ da entidade habilitada”, preencha com o CNPJ da entidade habilitada. Caso a entidade ainda não esteja habilitada, acesse Leis de TICs para habilitação e tenha mais informações de como habilitá-la.
  2. Ao inserir o CNPJ da entidade habilitada, aparecerá automaticamente o nome da entidade em “Selecione a entidade habilitada”. Basta apenas selecioná-la.
  3. “Informe o nome do contato da entidade”, preencha com o nome do contato da empresa que está realizando o aporte.
  4. “Informe o email do contato da entidade”, preencha com o e-mail do contato da empresa que está realizando o aporte.
  5. “Selecione o motivo da emissão do boleto”, selecione a opção “Investimento P,D&I (L. 8.248/91, Art. 11, § 1º, IV).”
  6. “Selecione o programa prioritário”, escolha entre as opções SOFTEX ou PNM-Design.
  7. “Selecione o ano fiscal de depósito”, insira o ano corrente da data do aporte.
  8. “Informe a data de vencimento do boleto bancário”, preencha com a data limite para crédito do aporte.
  9. “Informe o valor”, informe o valor do boleto bancário.
  10. Em seguida, assinale a opção Não sou um robô e clique em Enviar dados.

Prospecção do Portfólio de projetos do PPI

Ideação de projetos aderentes aos Programas Prioritários da Softex, em conjunto com instituições qualificadas para PD&I.

São verificados na prospecção dos projetos:

  • credenciamento da instituição executora ao CATI
  • enquadramento aos termos de referência dos Programas Prioritários coordenados pela Softex – SOFTEX ou PNM Design
  • objetivos, resultados esperados e impacto social do projeto
  • disponibilidade de recursos para execução


Para a prospecção do Portifólio de projeto PPI, serão observadas as regras da Portaria MCTI nº 9.269, de 2025. Evidencie-se que os recursos captados de forma direta pela Coordenadora e/ou executora serão submetidos ao MCTI para execução de projetos de PD&I em TICs, por instituições executoras credenciadas ao CATI e com termo de parceria ou documento similar vigente com a Coordenadora.

Por outro lado, os recursos quando informados pela Facti/MCTI, aportados diretamente no programa, serão utilizados mediante a realização de chamamento público para a seleção de projetos de instituições executoras credenciadas ao CATI, conforme prevê a Portaria MCTI nº 9.269, de 2025.